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Oficina 1: Produção de Podcasts de Divulgação Científica

Objetivo da Oficina:

Apresentar técnicas, equipamentos, softwares necessários para produção de Podcasts.

Ementa:

– Introdução: O podcast como ferramenta de divulgação científica
– Boas práticas e princípios de captação de áudio
– Equipamentos para captação de áudio
– Softwares e aplicativos para gravação de áudio
– Estratégias de gravação a distância
– Softwares de edição de áudio
– Elaboração de pauta
– Publicação em agregadores de podcast
– Divulgação e interação com audiência

Público Alvo:

Estudantes, profissionais e professores interessados em iniciar ou aperfeiçoar projetos de divulgação científica usando podcasts.

Oficina 2: Por que e como usar armadilhas fotográficas em estudos ecológicos e de monitoramento de fauna: desenho amostral, sistematização e análise de dados.

Objetivo da Oficina:

Apresentar e discutir as diferentes perguntas que podem ser respondidas a partir de dados de armadilhas fotográficas com suas respectivas possibilidades de análises e o uso de software para sistematização e organização dos dados.

Ementa:

A oficina apresentará as diferentes questões que podem ser trabalhadas a partir de dados de armadilhas fotográficas, exemplos de delineamento amostral e análises como: riqueza e composição de espécies; análises de diversidade; modelagens de ocupação; modelagens de densidade (captura-marcação e recaptura, modelos n-mistos); período de atividade. Além disso, será apresentado um software como exemplo para sistematização e organização dos dados. As diferentes formas de análise serão introduzidas, mostrando-se suas potencialidades e desafios, e serão apresentados materiais para que os(as) participantes possam aprofundar-se nas mesmas.

Público Alvo:

Alunos de graduação e pós-graduação.

Oficina 3: Introdução à modelagem de distribuição de espécies usando a linguagem R

Objetivo da Oficina:

Apresentar os principais conceitos da teoria de nicho ecológico e suas aplicações em Modelos de Distribuição de Espécies. Num segundo momento, apresentar as principais bases de dados, tipos de algoritmos, avaliação e consenso dos modelos. A parte prática será focada na construção dos modelos através da linguagem R.

Ementa:

A ampla quantidade e disponibilidade de dados sobre a biodiversidade e variáveis ambientais têm propiciado o uso de análises da espaciais, dentre elas, os Modelos de Distribuição de Espécies (MDEs). Nesse minicurso, oferecerei uma introdução teórica e prática à técnica de MDEs utilizando a linguagem R. Primeiramente serão apresentados os principais conceitos da teoria de nicho ecológico (Grinnell, Elton e Hutchinson) e da teoria de MDEs (espaço geográfico (G), espaço ambiental (E) e diagrama Biótico-Abiótico-Movimentação (BAM)). Seguida à parte teórica, apresentarei as principais bases de dados (ocorrências e variáveis ambientais), tipos de algoritmos (BIOCLIM, Mahalanobis, Gower, GLM, GAM, Random Forest, SVM e MaxEnt), avaliação dos modelos (ROC, AUC e TSS), limites de corte (thresholds) e consenso de modelos (ensemble). A parte prática será focada na construção dos modelos através da linguagem R, onde abordarei: (i) introdução à linguagem R, (ii) obtenção e seleção de dados de ocorrências e variáveis ambientais, (iii) ajuste e predição dos modelos e métricas de avaliação dos mesmos, (iv) consenso (ensemble) e (v) composição dos mapas.

Público Alvo:

Estudantes de graduação e pós-graduação, e profissionais da área ambiental, como Biologia, Ecologia, Geografia e afins.

Pré-Requisitos:

Usar PC ou notebook próprio, de preferência com sistema operacional Windows ou GNU/Linux, com R e RStudio instalados, assim como pacotes específicos (e.g. tidyverse, raster, sf e dismo). Além disso, é desejável, mas não obrigatório, conhecimento em linguagem R (tidyverse), geoprocessamento e SIG, e conceitos de estatística básica e inferencial.

Oficina 4: Introdução à Evolução e Filogenia Molecular – Análises filogenéticas e filogeográficas com base em sequências de DNA

Objetivo da Oficina:

Apresentar e discutir aspectos teórico/práticos da Evolução Molecular, com foco em critérios básicos de inferência filogeográfica. Assim, ao final do curso, os participantes poderão diferenciar os critérios utilizados para reconstruções filogeográficas com base em sequências de DNA, bem como suas aplicações; executar análises em diferentes softwares, e, por fim, interpretar e discutir os resultados obtidos. Tutoriais (teórico e prático) com o conteúdo abordado serão disponibilizados aos alunos inscritos. Toda prática será abordada com compartilhamento de tela, para que os alunos possam tirar dúvidas, acompanhar as etapas de obtenção (no GenBank) e análise dos dados, e discutir as metodologias. As oficinas serão ministradas em dois dias, iniciando com a informação teórica e, posteriormente, com as atividades práticas que serão realizadas com base no tutorial disponibilizado.

Ementa:

– Primeiro dia:
1. Introdução – Evolução Molecular
2. Preparação de dados Moleculares
2.1. Banco de dados NCBI (Taxonomy, BLAST)
2.1. Arquivo de sequências
2.2.1. Formatos Fasta, Phylip, Mega e Nexus
3. Introdução à Filogenia Molecular
4. Alinhamento de sequências e modelos evolutivos

– Segundo dia:
5. Métodos Filogenéticos
5.1. Cálculos de distâncias UPGMA, Neighbor-Joining, e Parcimônia
5.2. Máxima Verossimilhança
5.3. Análise Bayesiana
6. Relógio Molecular – Datação Molecular
7. Diferenciação e estruturação populacional – Teste de Mantel, AMOVA, SAMOVA
8. Padrões demográficos e histórico de populações

Público Alvo:

Alunos de Graduação.

Pré-Requisitos:

É necessário que os inscritos possam baixar e instalar os softwares que serão utilizados para a obtenção e análise dos dados. A lista de softwares e os links de direcionamento para download serão inseridos nos tutoriais que deverão ser disponibilizados previamente ao início da oficina.

Oficina 5: Introdução a diversidade funcional e filogenética aplicado à mastozoologia

Objetivo da Oficina:

Proporcionar aos espectadores o embasamento teórico e prático dos índices de diversidade funcional e filogenético aplicado à mastozoologia. Os mesmos aprenderão a definir o que são atributos funcionais, como podem ser obtidos, além de aprender a calcular a diversidade funcional e filogenética no ambiente computacional R.

Ementa:

Histórico e questões gerais sobre filogenia e funcionamento de comunidades; 2. Abordagens baseadas em atributos filogenéticos e funcionais; 3. Mecanismos de coexistência a partir de padrões funcionais: redundância funcional; 4. Atributos funcionais: definição, relevância e como mensurá-los; 5. Busca por informações genéticas para construção de uma árvore filogenética. 6. Organização de comunidades de pequenos mamíferos a partir de banco de dados da Mata Atlântica; 6. Diversidade funcional e filogenética: índices e operacionalização.

Público Alvo:

Estudantes de Graduação, Pós-graduação e mastozoólogos interessados.

Pré-Requisitos:

Ter instalado no computador o ambiente computacional R e saber usá-lo minimamente.

Oficina 6: Da morfometria tradicional à geométrica: uma introdução a análises multivariadas e de forma

Objetivo da Oficina:

Apresentar alguns dos métodos mais utilizados em análises de dados morfométricos.

Ementa:

Definição de conceitos básicos; planejamento da coleta de dados; tipos de análises explorátorias; métodos para análise 2D e 3D.

Público Alvo:

Alunos em fase de conclusão da graduação e alunos de pós-graduação.

Pré-Requisitos:

Entendimento básico em morfologia e bioestatística.

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